terça-feira, 20 de janeiro de 2026

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Encontro com a realizadora Alexandra Almeida - Projeto "A tradição do vidro"


 Glass - Bert Haanstra

Na Biblioteca Escolar, no dia 15 de janeiro, realizou-se mais um encontro dos alunos do 10.º ano e alguns alunos do 11.º ano, com a realizadora Alexandra Almeida. Este momento foi um excelente momento de formação relativa à produção de documentários, tendo-se abordado as principais tarefas a ter em conta: produção; realização; argumento; imagem; som/música; montagem. Ao mesmo tempo, promoveu-se uma reflexão sobre o tema do vidro, num ponto de vista poético, artístico... Muitos foram os recursos partilhados, muitos foram os desafios...

Este encontro constituirá um dos pontos de partida para o trabalho-projeto a realizar no 2.º semestre, através do qual os alunos desenvolverão competências transversais a todas as disciplinas. 

Literacia da Leitura: a ler também se aprende




A ler também se aprende!

Em articulação com os professores titulares de turma do ensino básico, da Escola do Picoto e de Faria de Baixo, nos dias 14 e 15 de janeiro, realizou-se mais um encontro em torno da leitura, da oralidade e da escrita. 

Os livros propostos foram: "O rouxinol e a sua namorada" (1.º e 2.º anos); "O rei batoteiro" (3.º ano); "Portugal por miúdos" (4.º ano).



Em articulação com Português e Estudo do Meio, realizaram-se momentos de leitura em voz alta, procuraram-se sentidos, incentivou-se os alunos a fazerem rimas, apostou-se na leitura dialogada, para, depois, finalizar com exercícios de escrita: frases para completar; redação de uma mensagem para o “rei batoteiro”; redação de textos sobre elementos da identidade de Portugal, tendo por base uma pesquisa individual. 


Os alunos acolheram bem a iniciativa, mostraram-se interessados, ativos e participativos.  

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Parlamento dos Jovens - Sessão debate com Deputadas: Literacia Financeira em Debate: Os Jovens Contam!"

Parlamento dos Jovens 

Sessão debate com Deputadas 

"Literacia Financeira em Debate: Os Jovens Contam!"

No âmbito do programa Parlamento dos Jovens, o dia 12 de janeiro marcou uma etapa decisiva para as listas do 3.º ciclo, na Escola Básica Comendador Ângelo Azevedo, e do ensino secundário, na Escola Básica e Secundária Dr. Ferreira da Silva.

Realizou-se uma sessão-debate com a participação das deputadas Helga Correia, na Escola Básica Comendador Ângelo Azevedo, e Lia Ferreira, na Escola Básica e Secundária Dr. Ferreira da Silva. 

Esta sessão centrou-se no tema “Literacia Financeira: os jovens CONTAM” e foi um momento que proporcionou às listas a oportunidade única de aprofundar conhecimentos sobre a Assembleia da República: funcionamento, composição, competências e dinâmica dos trabalhos parlamentares.

 

Seguiu-se a apresentação das propostas pelas listas concorrentes, perante uma plateia composta por todas as turmas do ensino secundário, que no próximo dia 16 de janeiro irão exercer o seu direito e dever de voto. O debate incluiu ainda espaço para questões e troca de opiniões, num verdadeiro exercício de cidadania, participação democrática e pensamento crítico.








Mais do que partilhar informação e discutir ideias, este dia foi um passo na construção do futuro, reforçando o apelo a uma cidadania atenta, ativa, responsável, corajosa e respeitadora da diferença e do pluralismo de ideias.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Mesa Redonda com Mestres Vidreiros "À volta do vidro com Mestres Vidreiros"

 

Mesa Redonda com Mestres Vidreiros

"À volta do vidro com Mestres Vidreiros"

“Não há nada como trabalho do vidro feito com as mãos!”. 

Mãos que moldaram uma vida com o fabrico do vidro, mãos persistentes, resilientes e sensíveis. 

Mãos que combinaram o pragmatismo com a beleza, a técnica com a arte. 

Este foi o testemunho dado por Alfredo Morgado (Mestre do vidro no Centro Vidreiro - Berço Vidreiro) e Vítor Cerejo (Mestre Lapidador do Centro Vidreiro) aos alunos do 10.º ano.

Um testemunho que partilhou experiências de trabalho das vidas que fizeram parte do centro vidreiro. Falou-se de tudo um pouco, as matérias-primas, as técnicas de fabrico, as etapas, as tarefas a executar, os utensílios, as condições de trabalho, os tipos de utensílios (copos, jarras, taças, almofarizes, gobelés, tubos de ensaio…), modos de decoração e, por fim, os laços que se foram criando, com o vidro e entre os trabalhadores, os momentos felizes, como os muitos passeios e convívios que se organizavam e as colónias de férias que eram oferecidas às crianças das famílias do centro vidreiro.



Um testemunho que deu a conhecer o quanto o centro vidreiro foi nodal na vida concelhia, em particular entre as décadas de 60 a 80, para, depois, ceder o passo à indústria dos moldes de plástico em Oliveira de Azeméis, sobretudo a partir da mudança do milénio. 

No final, não restaram dúvidas sobre a importância do centro vidreiro outrora e a sua relevância enquanto património histórico e cultural a preservar. 

Esta mesa-redonda com mestres vidreiros foi uma excelente oportunidade para a recolha de informação. Realizaram-se apontamentos, vídeos e recolheram-se fotos. 

Todo este trabalho realizado pelos alunos foi supervisionado pela realizadora Alexandra Almeida, em colaboração com o Projeto Cultural do Agrupamento “Ousar Ser”, no âmbito do Plano Nacional das Artes e em articulação com a Biblioteca Escolar, onde se encontra uma exposição de alguns utensílios de vidro, fotografias, registos de sindicatos e uma maquete do Centro Vidreiro, pertencentes à Junta de Freguesia de S. Roque. 


Exposição - A tradição do vidro em Oliveira de Azeméis - Projeto Cultural "Ousa Ser" (PNA)


 Exposição

“Não há nada como trabalho do vidro feito com as mãos!”

Alfredo Morgado, Mestre do vidro no Centro Vidreiro - Berço Vidreiro.


No âmbito do Plano Nacional das Artes e do respetivo Projeto Cultural do Agrupamento “Ousar Ser”, encontra-se, no espaço da Biblioteca Escolar, uma exposição de utensílios de vidro produzidos no Centro Vidreiro, fotografias, registos de sindicatos e de uma maquete do Centro Vidreiro, pertencentes à Junta de Freguesia de S. Roque.

  



 






Esta exposição é um importante alerta para a necessidade de preservar este património histórico e cultural e um modo de estabelecer um diálogo entre um passado recente e a atualidade.