quarta-feira, 3 de abril de 2019

abril - Mês de prevenção dos maus-tratos na infância


A história do laço azul


Laço Azul teve origem nos Estados Unidos, no estado da Virgínia, em 1989.
Nesse ano, Bonnie W. Finney divulgou a história trágica dos maus-tratos aos seus netos. Para chamar a atenção e sobretudo suscitar questões, a avó atou à antena  do seu carro uma fita azul, a cor das nódoas negras dos seus netos. A fita servia de mote para contar a história dramática e alertar para o problema dos maus-tratos na infância. Esse primeiro laço deu origem a um movimento que se tornou mundial.


https://bit.ly/2VkUfyf








segunda-feira, 1 de abril de 2019

Dia Internacional do Livro Infantil - 2 de abril

DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL 2019



MENSAGEM DA LITUÂNIA 
PARA O IBBY INTERNACIONAL 


OS LIVROS CONVIDAM A UMA PAUSA 


 “Tenho pressa! … Não tenho tempo!... Adeus!...” Eis aqui expressões que ouvimos quase todos os dias, provavelmente não apenas na Lituânia, no coração da Europa, mas um pouco por todo o mundo. E também com frequência se ouve dizer que vivemos numa época de excesso de informação, de pressa, de aceleração. Mas quando pegamos num livro, sentimo-nos logo diferentes. É como se os livros tivessem uma característica maravilhosa: ajudam-nos a relaxar. Abrimos um livro, mergulhamos nas suas profundezas tranquilas, e esquecemos o medo de que tudo passe ao nosso lado a uma velocidade vertiginosa, não nos permitindo ver o que quer que seja. O livro faz-nos acreditar que podemos abandonar as tarefas aparentemente urgentes. Nele, tudo se passa calma e silenciosamente, segundo uma ordem prédefinida. Será porque as suas páginas são numeradas, e porque o virar das folhas, uma após outra, produz um murmúrio tão calmo, tão leve? Num livro, aquilo que é já passado encontra-se docemente com o que está ainda por chegar. O mundo do livro é um mundo aberto; nele, a realidade convive com a fantasia e com a imaginação. E às vezes não sabemos bem onde observámos - se no livro, se na vida - a beleza dos pingos de neve que escorrem do telhado da casa, ou do musgo que cobre a cerca do vizinho. Terá sido no livro ou na vida que provámos as bagas silvestres e percebemos que, apesar de bonitas, são igualmente amargas? E foi no livro ou na vida que um dia te deitaste na relva, ou te sentaste depois, de pernas cruzadas, contemplando o movimento das nuvens que atravessam o céu? Os livros ensinam-nos a abrandar, ensinam-nos a observar; os livros convidam-nos, obrigam-nos quase a estar sentados. Sentamo-nos para ler um livro, poisamo-lo numa mesa ou nos joelhos – é ou não assim?! E será que nunca sentiram outro milagre? É que quando leem um livro, ele também vos lê. Sim, os livros também sabem ler. Leem a vossa testa, as sobrancelhas, os cantos dos lábios, que sobem, que descem, mas sobretudo, claro, leem os vossos olhos. E através dos olhos, eles veem… bem, todos sabemos o que eles veem! Tenho a certeza de que os livros poisados nos vossos joelhos não se aborrecem nem um minuto. É que quem lê – seja criança ou adulto -, é só por isso muito mais interessante do que aquele que resiste a pegar num livro, que está sempre com pressa e nunca se senta, e jamais tem tempo de observar seja o que for à sua volta. No Dia Internacional do Livro Infantil, o meu maior desejo é que existam livros interessantes para os leitores - e leitores interessantes para os livros. Kęstutis Kasparavičius.

 (Trad. Maria Carlos Loureiro)

Kęstutis Kasparavičius 

Nasceu em 1954, e é um dos mais conhecidos escritores e ilustradores da Lituânia. Publicou mais de 60 livros, alguns como ilustrador e outros como escritor. Está editado em 27 línguas e esteve representado em várias edições da Feira Internacional do Livro Infantil de Bolonha. Foi nomeado mais do que uma vez para o Prémio Hans Christian Andersen e para o Prémio ALMA.

https://bit.ly/2Un8rd0

quarta-feira, 20 de março de 2019

Dia Mundial da Saúde Oral


Miúdos a votos... na escola

No Agrupamento de Escolas Dr Ferreira da Silva, Fez-se campanha pelo livro "Diários de uma Tótó" e votaram-se nos livros mais fixes.

A campanha:



A votação:




Dia Internacional da Felicidade



O aluno David Fidalgo, do 9º C da Escola Básica Comendador Ângelo Azevedo, venceu o prémio nacional do concurso  “O que é a Felicidade?”, lançado pela Comissão Nacional da UNESCO.


Entre outros objetivos, com este concurso pretendia-se sensibilizar para o facto de que a felicidade é um direito e um objetivo humano fundamental e promover a felicidade entre as pessoas e mostrar como este facto é fundamental para o bem-estar, essencial para construir um mundo pacífico e sustentável.


O trabalho, concorrente na categoria 11-17, intitula-se "Uma rotina de Felicidade".